O poder da estória…

Nunca Subestime o poder de uma boa estória….

Arte nos Créditos de Abertura

Seguindo a onda do último post sobre Saul Bass, aqui vai uma super dica para quem é fã das Sequências de Aberturas em Filmes:

Este site é um dos poucos especialistas no assunto, com mais de 150 grandes aberturas de filmes,  e uma série de entrevistas dos profissionais que se destacaram neste ofício. Diga-se de passagem que vale a pena dar uma olhada na abertura do filme “Se7en” de David Fincher, uma obra prima das sequência de abertura de Filmes. Esta abertura, criada por Kyle Cooper, se tornou um marco na história do design em movimento, graças a eficiência dele em expressar o conceito de compulsão e psicopatia do serial killer do filme nos primeiros segundos da abertura, levando o publico imediatamente para a ambiência do filme.

Os créditos de abertura de “Se7en”, incorporaram letras e tipos manuscritos que nervosamente pulam pela tela ao som da trilha de Trent Reznor (Nine Inch Nails), ao mesmo tempo que instrumentos de tortura como tessouras, lâminas e fitas adesivas pulam e frenéticamente se movimentam aos olhos da audiência. Além do mais, palavras profanas se misturam com imagens sacras contribuindo ainda mais para a sensação de desequilíbrio e metodologia fria e calculista de tortura e sadismo. Quando o negativo da abertura foi mandado para o transfer final, o laboratório responsável pelo processo recebeu um aviso dizendo: “pedaços de filmes negativos contorcidos são parte da arte final, por favor deixe-os intactos.” Vale a pena conferir é muito massa!

Saul Bass e o Design em Movimento

Um dos designers mais célebres de nosso século, Saul Bass é considerado por estudiosos como o pioneiro da arte que mais tarde foi chamada de Motion Graphics ou Design em Movimento. Em seu pioneirismo na área do “design gráfico animado”, como esta arte era chamada em seu início, Saul Bass criou aberturas animadas para filmes de grandes produções da história do cinema, e era considerado como designer favorito de Standley Kubric, Otto Preminger, Martin Scorsese e Alfred Hitchcock. Sua capacidade de abstração de sistemas visuais o tornou o símbolo da indentidade visual dos anos 50/60, e até hoje, sua arte têm inspirado artistas de todas as idades e influências. Conhecido como “o grande mestre dos pôsters de filme”, Saul Bass começou seu legado no cinema com o poster e a animação de abertura e créditos do filme “Carmen Jones” (1954) de Otto Preminger mas ficou conhecido mundialmente nesta “nova arte” devido a criação do poster e da animação de abertura do filme “The man with a golden arm” (1955) também de Otto Preminger, que foi uma sensação na época por tratar pela primeira vez no cinema sobre os efeitos da dependência química causada pelo uso da heroína. A última obra cinematográfica em que Saul Bass trabalhou foi “Casino” (1995) de Martin Scorsese, vindo a falecer um ano mais tarde aos 76 anos. Basicamente, antes de Saul Bass, os projecionistas abriam as cortinas depois dos créditos de abertura, até que Otto Preminger colou uma nota nas latas do filme “The man with a golden arm” escrito: “Projecionistas, por favor abram as cortinas antes dos créditos de abertura”, marcando assim uma nova era do cinema em que a abertura e os créditos iniciais tinham um papel fundamental na imersão da audiência na atmosfera do filme.

Vale a pena dar uma conferida nos trabalhos dele, que vão desde a indentidade visual dos postos Esso (em vigor até os dias de hoje) a aberturas de filmes como “O Iluminado” (1980) de Standley Kubric. Além do mais as obras de Saul Bass, são uma verdadeira “Mão-na-roda” quando estamos sem inspiração, graças a “simplicidade”, sutileza e coêrencia visual de suas criações.

Algumas aberturas de filmes criadas por Saul Bass: clique aqui

Resumo dos principais posters criados por Saul Bass: clique aqui

Master Movie Designer: clique aqui

Imperdível


O Grande Robert McKee no Brasil!

Robert McKeeEntão gente, é dificil de falar sobre a arte de escrever roteiros e contar estórias sem falar de Robert McKee. Há mais de 25 anos trabalhando em função do aprimoramento de roteiristas e escritores no mundo inteiro, ele ficou famoso com com seu seminário intensivo “STORY”, no qual ele demonstra a relação da criação de estórias, personagens e processos arquetípicos que fazem a audiência se indentificar com a narrativa. Com o enfoque na estrutura criativa necessária para a criação de estórias, Robert McKee também escreveu um livro, de mesmo título, com o tema de seu seminário mais famoso.

Entre os seus 50,000 alunos, incluem mestres que renderam 32 Oscars, 168 Emmys, 21 Prêmios WGA e 17 Prêmios DGA.

Bom, resumindo, Robert McKee, está vindo ao Brasil em Maio, apresentar aqui, mais uma vez, o seu famoso seminário: “STORY”. Para aqueles interessados na arte de escrever estórias, não podem perder esta chance. E, diga-se de passagem, vale muito a pena ler o livro, um clássico indispensável para quem ama cinema.

Sobre o livro: clique aqui

Sobre o Seminário no Brasil: clique aqui

Sobre o Mestre: clique aqui

Simplificando o Processo de Animação…

E ai gente? Firme?

Como Explicar para a família o que a gente fica fazendo no Maya o dia inteiro…

Edição X Ritmo



Uma das coisas mais complicadas de se ensinar num curso de edição é o ritmo na hora de editar um vídeo. A galera do Hexstatic é especializada nisso…dá uma olhada no que eles fazem usando música e o filme Flash Gordon.


Dois carros…uma noite!

As idéias são simples…

Mario Basanov – “I’ll be Gone”

“The Third & The Seventh” – Alex Roman

O tal curta-metragem que virou o assunto do momento por ser 100% CGI e totalmente realizado por uma única pessoa.